Banga ainda frisou que a sua prisão feita pela Polícia Federal, durante Operação Rapina V, comanda pelo delegado federal Pedro Meireles, no dia 19 de março de 2010, teria sido uma espécie de “armação” elaborada pela rede de agiotas, interessada em cobrar uma dívida de R$ 200 mil feita pelo prefeito cassado, Leocádio Olímpio Rodrigues (PDT), com a quadrilha de agiotas durante o período da campanha eleitoral de 2008.
O secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, relatou que Banga deveria ser ouvido, hoje, justamente para prestar esclarecimentos à comissão de delegados da Polícia Civil sobre as declarações que foram feitas durante a entrevista que concedeu, no último dia 3, para a rádio Mirante AM local. Ele já foi intimado e deve comparecer a Seic.
Ainda, no dia 6 de agosto, ocorreu uma reunião na sede da Secretaria de Segurança Pública, localizada na Vila Palmeira, onde os delegados, que investigam os crimes de agiotagem no estado e a morte do jornalista Décio Sá, estiveram reunidos. Um dos pontos da pauta da reunião, comandada pelo subdelegado da Polícia Civil Marcos Afonso, foi para avaliar as declarações feitas por Banga.
De acordo a comissão de delegados, Banga, no decorrer da sua entrevista, frisou claramente que o advogado do Hermínio Filho, presidente da Câmara Municipal de Serrano do Maranhão, na época, é Ronaldo Ribeiro, o mesmo que advoga, hoje, para Gláucio Alencar. E ainda o candidato por Hermínio Filho é o deputado estadual, Raimundo Cutrim (PSD).



