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  • 3ª Vara de Pinheiro realiza julgamento de acusado de homicídio na próxima semana

                        Juiz Carlos Alberto Matos Brito, ao centro, durante júri em Pinheiro

    A 3ª Vara da Comarca de Pinheiro realiza no próximo dia 27 de outubro o julgamento de Gleysom Carneiro dos Santos. Ele é acusado de prática de crime de homicídio, tendo como vítima Edson dos Santos Rodrigues, fato ocorrido em 6 de outubro de 2007. Destaca a denúncia do caso que o crime teria sido cometido por vingança. A sessão do Tribunal do Júri em Pinheiro terá a presidência do juiz Carlos Alberto Matos Brito, titular da unidade judicial.

    Segue narrando que, em outubro de 2006, o acusado estaria na cidade de Pinheiro, durante a realização de uma vaquejada. Na ocasião, ele teria esbarrado acidentalmente na vítima, momento em que foi agredido por Edson. Desde então, o denunciado nutria ódio pela vítima. Ao passar mais alguns dias em Pinheiro, ele descobriu que Edson era carregador de frutas na feira. Em depoimento, Gleysom falou que, em função desse ódio, teria comprado um revólver calibre 38 e, quase um ano depois, retornou a Pinheiro, ficando no aguardo da vítima.

    Tão logo Gleysom avistou a vítima, sacou o revólver que portava, momento em que Edson teria tentado fugir. Entretanto, ao correr, ele foi de imediato atingido por três disparos. A partir daí, o acusado relatou que descartou a arma em um campo alagado e tentou fugir, sendo alcançado pelos policiais quando próximo à saída da cidade.

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    Confrontando com a versão de Gleysom, o irmão de Edson, de nome Ivonaldo, afirmou em depoimento à polícia que o assassinato de seu irmão teria sido encomendado por um dono de caminhão de verdura. Isto porque, há um certo tempo, a vítima e o dono do caminhão teriam tido uma desavença e, por isso, teriam até sofrido um atentado, recebendo tiros de um desconhecido. Essa versão, entretanto, nunca foi confirmada.

    Para o Ministério Público, Gleysom Carneiro consumou o homicídio motivado por sentimento de vingança, de uma maneira que impossibilitou a defesa por parte da vítima. “Sendo, portanto, induvidosa a autoria do fato”, pontuou o MP. O julgamento de Gleysom compõe a agenda de júris do mês de outubro realizada pela 3ª Vara de Pinheiro.

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