Morte de Centralense expõe o caos na saúde da gestão Fechinha, população repudia o descaso

               João Soeiro, cidadão indignado

NOTA DE REPÚDIO

Eu, João Soeiro, cidadão desta municipalidade, venho a público manifestar meu mais profundo pesar e, sobretudo, minha veemente indignação diante do lamentável falecimento do Sr. Aldenor, ocorrido após sofrer uma parada cardiorrespiratória e não receber atendimento médico imediato no hospital do município de Central do Maranhão, em razão da ausência de profissional de saúde no momento de sua chegada.

O ocorrido não se trata de um infortúnio isolado, mas de uma grave falha na prestação de um serviço público essencial. A ausência de médico em unidade hospitalar, especialmente em situações de urgência e emergência, representa uma afronta direta ao direito fundamental à saúde e à dignidade da pessoa humana.

É inadmissível que, em pleno exercício de um direito básico, um cidadão encontre portas abertas, mas sem o mínimo de estrutura humana para salvaguardar sua vida. Tal cenário evidencia possível negligência administrativa, que precisa ser rigorosamente apurada.

Diante disso, cobro das autoridades competentes uma investigação séria, célere e transparente sobre os fatos, com a devida responsabilização dos envolvidos, bem como a adoção imediata de medidas eficazes que garantam a presença contínua de profissionais de saúde nas unidades hospitalares do município.

A morte do Sr. Aldenor não pode ser tratada com indiferença ou esquecida com o passar do tempo. Que este episódio sirva como um marco para mudanças concretas, a fim de que nenhuma outra família precise enfrentar dor semelhante causada por falhas evitáveis do poder público.

Com pesar,
João Soeiro

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