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  • “A morte de um combatente não para uma revolução!”, disse Zé Inácio sobre a prisão de Lula

    “Vamos para a resistência até que a Justiça seja feita neste país. Viva o Lula, Lula presidente do Brasil”, foi a fala encorajada de luta e resistência do deputado estadual Zé Inácio (PT), na sessão desta terça-feira (10), na Assembleia Legislativa, em defesa da liberdade do ex-presidente.

    Segundo Zé Inácio, “a prisão política e ilegal de Lula levou o Partido dos Trabalhadores a se mobilizar e ter seu centro político concentrado na cidade de Curitiba, com ações coordenadas e um calendário de luta em favor da liberdade do ex-presidente”.

    “Pela sua luta, pela sua história, Lula continua sendo a esperança do povo brasileiro nas eleições de 2018. Ele será candidato do PT à Presidência da República e terá sua candidatura registrada no dia 15 de agosto, conforme a legislação eleitoral”, disse Zé Inácio.

    O deputado ainda tratou da prisão ilegal de Lula. “A condenação sem provas por juízes parciais, que sequer apontaram-lhe um crime, e a negativa, pela 5ª turma do STJ e a maioria do STF, do direito de recorrer em liberdade, são desdobramentos do golpe à democracia”, falou.

    E da história política de luta de Lula. “Há quase quarenta anos, Lula foi levado nos braços do povo por uma multidão para se apresentar perante a justiça como preso político. A história se repetiu em São Bernardo do Campo, berço do PT e das grandes lutas operárias”, disse.

    Zé Inácio finalizou lendo o último discurso de Lula, em São Bernardo: “Não adianta tentar evitar que eu ande por esse País, porque tem milhões e milhões de Lula, para andar por mim. Não adianta tentar acabar com as minhas ideias, elas já estão pairando no ar e não tem como prendê-las. Não adianta tentar parar os meus sonhos, porque quando eu deixar de sonhar, sonharei pela cabeça de vocês e pelos sonhos de vocês. Não adianta achar que o Lula vai parar no dia que meu coração tiver um enfarte. Isso é bobagem! Porque meu coração baterá pelo de vocês e eles são milhões. Eles têm que saber que a morte de um combatente não para uma revolução”.

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