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  • Alunos da UFMA e da UEMA realizaram pesquisas na Ilha de Bate Vento, em Cururupu

    Na quarta-feira, 29, cinco discentes da Universidade Federal do Maranhão e da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) desembarcaram do navio Ciências do Mar II, em que estiveram em atividades de pesquisa na Ilha de Bate Vento, no município de Cururupu, junto com o professor de Engenharia de Pesca do Câmpus de Pinheiro da UFMA, Adilson Borges Machado.

    A viagem teve início no dia 20 de julho, visando mostrar e acompanhar as atividades da Marinha e realizar algumas pesquisas. A equipe, formada por um discente de um discente de Engenharia de Pesca da UFMA, um estudante de Engenharia de Pesca da UEMA e por três discentes da graduação em Oceanografia da UFMA, percorreu cerca de 100 milhas até a ilha, acompanhada de cinco tripulantes do Laboratório de Ensino Flutuante e de dez militares.

    Para que pudessem fazer o embarque de forma segura e não se exporem aos riscos da covid-19, um termo de responsabilidade foi assinado pelos participantes declarando não apresentar nenhum sintoma de doenças infecciosas. O navio possui pias para higienização das mãos e todas as atividades são obrigatoriamente realizadas sem aglomeração, com uso de máscaras, e seguindo o protocolo de distanciamento da Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Durante a viagem os alunos puderam aprender diversas atividades, como salvatagem, conhecimento da estrutura do navio, aulas sobre como plotar pontos e georreferenciamento de cartas náuticas e de GPS, além de instruções de segurança. “Outra atividade foi a pescaria com o espinhel, auxiliados por um dos tripulantes, o Deuzelino Costa, que possui experiência na pesca. Coletamos as espécies e obtivemos alguns dados de peso e comprimento para gerar algumas estatísticas, a fim de sabermos como avaliar os estoques pesqueiros”, relatou o professor Adilson Machado.

    A coordenação do Instituto Ciências do Mar (ICMar-UFMA), junto o tripulante Costa, acompanha o estado de saúde da equipe após a volta. De acordo com o docente, todos os protocolos foram seguidos, o que contribui significativamente as chances de contaminação. Todos que assinaram o termo de responsabilidade, estiveram em isolamento social prévio, como ele frisa.

    “Se algum sintoma aparecer, iremos seguir as recomendações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde Estado do Maranhão, sempre mantendo o isolamento e os cuidados necessários”, realçou Machado.

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