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  • Boletim de Ocorrência, depoimento e entrevista do Delegado desmentem nota do Hospital Materno Infantil de Pinheiro que agiu com irresponsabilidade.

    logo nas primeiras horas desta quarta-feira (16) o blog trouxe a tona o desaparecimento de um recém nascido no hospital Materno Infantil de Pinheiro.  O caso ganhou grande repercussão e desde então a direção do hospital tenta justificar o acontecido (reveja aqui).

    O blog teve acesso ao B.O registrado pelo Conselho Tutelar da cidade de  Peri Mirim na Delegacia Regional de Pinheiro como também do depoimento da ex-diretora do hospital, a Sra, Jucilene Estrela Costa “lenoca”.

    B.O registrado pelo Conselho Tutelar da cidade de Peri Mirim na Delegacia Regional de Pinhero

    O caso com característica de subtração de incapaz, crime previsto no Art. 249  que tem como pena detenção  de dois a seis anos de reclusão, está sendo investigado pelo Dr. Carlos Renato, Delegado da 5ª Delegacia Regional de Pinheiro.

    Logo depois da publicação do blog, a Assessoria de Cominação da Prefeitura de Pinheiro em nome do hospital Materno Infantil Nossa Senhoria Merçês, emitiu nota afirmando que o fato relatado por esta página era inverídico e que a criança estaria “sob a responsabilidade do Conselho Tutelar da cidade de Peri Mirim”. Nota essa mentirosa já que o Conselho Tutelar da cidade de Peri Mirim compareceu na Delegacia Regional de Pinheiro para registrar um Boletim de Ocorrência sobre o desaparecimento da criança.

    Depoimento da ex-diretora do hospital, a Sra, Jucilene Estrela Costa “lenoca”.

    Já em depoimento a Sra. Jucilene Estrela Costa “lenoca” ex-diretora do hospital, afirmou ter dado a crinça para uma mulher por nome de “Eulaia”, a declaração de “lenoca” confirmou a mentira divulgada em nota pelo Hospital.

    O delegado que cuida do caso, Dr. Carlos Renato em entrevista afirmou que o grande problema foi a falta de documentação na doação da criança, e que entrega foi feita de maneira informal. O delegado instaurou inquérito policial e apura o caso.

    A criança foi devolvida e levada para cidade de Peri Mirim, onde familiares decidirão se farão ou não a doação da mesma diante dos tramites legais.

    O materno infantil que lançou uma nota mentirosa no mínimo foi irresponsável diante da situação.

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