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  • Carreta da Saúde “Ponto final na Hanseníase ” realizou mais de 900 atendimentos em Santa Helena.

    O município de Santa Helena foi contemplados no roteiro da Carreta ‘Ponto Final na Hanseníase’. O atendimento móvel é uma solicitação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) ao Ministério da Saúde (MS), que possui convênio com o laboratório Novartis, fornecedor do medicamento para o tratamento da doença.

    Além de diagnosticar e tratar os casos de hanseníase, os atendimentos estão agregando outras ações, como a orientação sobre tempo de tratamento da doença e a descoberta de casos de HIV/Aids e Sífilis.

    A carreta funciona com cinco consultórios e um laboratório para diagnóstico e faz distribuição gratuita de medicamentos. Durante atendimento, os pacientes passam por consultas médicas e são avaliados através de exames e testes de sensibilidade.

    Mais de 900 atendimentos foram realizados na cidade de Santa Helena sendo: Atendimentos de clinico geral – 150, Atendimentos de dermatologia – 80, Testes rápidos- 200, Imunização – 60,  Triagem- 250, Atendimentos de enfermagem -150, Palestras Avaliação com.psicólogo – 30.

    De acordo com o secretário municipal de Saúde, Fábio Nascimento, a gestão do prefeito Zezildo Almeida tem a saúde como uma das principais prioridades. “E como a prevenção é melhor que qualquer remédio, a Prefeitura fez parceria com o Governo do Estado que enviou para cá uma carreta com consultórios e salas de exames para que a população possa ser bem atendida e o mais importante, gratuitamente”, disse Fábio.

    Sobre a doença

    A Hanseníase ataca principalmente a pele e os nervos, podendo afetar os braços, as pernas, as mãos e os pés. Se não for tratada, pode causar incapacidades ou deformidades nas mãos, pés, nariz, orelhas ou nos olhos.

    A doença pode atingir homens e mulheres, adultos e crianças. É transmitida de uma pessoa para outra por meio do contato próximo e prolongado. Pessoas com hanseníase param de transmitir a doença imediatamente depois que iniciam o tratamento.

    No caso de suspeita da doença o paciente deve procurar uma unidade de saúde mais próxima. O tratamento é gratuito e está disponível em todas as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

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