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  • Cidade de Cajapió no mapa da paleontologia internacional

    formal, com publicação em revista especializada na Inglaterra…

    Sendo segundo identificado no maranhão, o espécime possui relevância internacional, por reafirmar a Teoria da Deriva Continental. Encontrado em 2015, pelo Pescador Wagner, foi tutelado por um grupo de pesquisadores do município de Cajapió, o Hispedabiotec.

    Junto a Ufma, os pesquisadores locais, chefiados pelo professor Manuel Alfredo –UFMA. Recorreram a instancia federal para requerer a correta tutela da pesquisa, e do nome.

    O professor Manuel Alfredo, maior autoridade em dinossauro do Maranhão, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade Federal do Maranhão, concedeu ao Hispedabiotec-Cajapió, o direito de ‘batizar’ o novo espécime, ou seja, de nomeá-lo cientificamente em latim.

    Os pesquisadores locais, João Martins, Mosart Soares, Taiza Pinheiro, Nalva Soares, Max William, Claudia Soares, Etiane Carvalho e Rosileia Alcoforado, optaram por levar o nome do município além das fronteiras das publicações brasileiras, e o optaram por “ITAPEUSSAURUS CAJAPIOENSIS.” Conforme catálogo científico, o nome do espécime, é sempre registrado em latim.

    Itapeussaurus cajapioensis, do latim para o português: Dinossauro do Itapéua de Cajapió. Nas palavras do professor pesquisador Mosart Soares: “[…] Não é todo dia que nós temos a chance levar o nome de Cajapió para 48 países, através de um artigo científico, por isso, apesar de podermos nomeá-lo até com um dos nossos nomes ou sobrenomes, imediatamente optamos pelo gentílico da cidade e do lugar do achado; foi uma oportunidade de ouro, que não aprece todo dia.

    “A atitude foi imediatante louvada e aprovada pela Ufma”. @ufmaoficial

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