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  • Comissão era dominado por Satanás, diz Pastor Feliciano

    O pastor
    evangélico Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou que a Comissão de Direitos Humanos
    da Câmara, era “dominada por Satanás” antes de sua chegada ao posto.
    Feliciano fez as declarações na sexta-feira à noite, durante um culto num
    ginásio de Passos (348 km de BH), no sul de Minas Gerais. Vale lembrar que quem
    presidia a comissão, antes de sua chegada, era o Deputado Domingos Dutra.
    Ao comentar um protesto contra ele que ocorria do
    lado de fora, afirmou: “Essa manifestação toda se dá porque, pela primeira
    vez na história desse Brasil, um pastor cheio de espírito santo conquistou o
    espaço que até ontem era dominado por Satanás”.
    O sindicalismo gay, que barganhava verbas pomposas,
    está choramingando e acusam o pastor de ser homo fóbico e racista. Citam
    declarações deslocadas do contexto para tentar macular a imagem do evangélico.
    Antes de Feliciano, a comissão intentava incentivar
    a pratica homossexual de crianças apoiando o “kit gay”. O pastor criticou a
    realização de um seminário sobre “diversidade sexual na primeira
    infância” feito pelo órgão em 2012.
    O deputado, que se disse “perseguido” e
    alvo de uma “ditadura”, pediu apoio dos fiéis contra os baderneiros
    do ativismo gay. “Se é para gritar, tem um povo que sabe o que é grito.
    […] Nós (evangélicos) sabemos qual é o poder da nossa fé.”
    Feliciano disse ainda que igrejas estão desmarcando
    participações dele em eventos em razão dos protestos. Ele afirmou que 23 dos 30
    compromissos de março foram cancelados.
    “A natureza deles é gritar, xingar, falar
    palavras de ordem. É tirar a roupa. A natureza deles é expor um homem como eu,
    pai de família, ao ridículo”, disse. O PSC calcula que a repercussão em
    torno do deputado deverá triplicar os 211 mil votos que ele obteve em 2010.
    “Mal sabem elas que não estavam me atormentando.
    Estavam mostrando ao povo brasileiro que ainda é um povo família, que respeita
    o ser humano, que o que eles lutam não é por direitos, mas é por
    privilégios.”

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