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  • Justiça decreta prisão preventiva da babá suspeita de envenenar gêmeas no Maranhão

    Com a decisão, Gilvanny Raquel Silva de Oliveira vai permanecer presa e deve responder por tentativa de homicídio. Em depoimento, ela confessou que usou o medicamento nas crianças.

    Babá é presa suspeita de envenenar gêmeas de quatro anos no Maranhão

    A Justiça do Maranhão decretou nesta terça-feira (5) a prisão preventiva da babá Givanny Raquel Silva de Oliveira, de 23 anos, que foi presa por suspeita de envenenar duas crianças gêmeas de quatro anos no bairro Araçagy em São José de Ribamar. A decisão foi tomada em uma audiência de custódia realizada no Fórum de São Luís.

    Gilvanny Raquel Silva deve permanecer no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, onde está presa desde o dia do flagrante. Ela não possui passagem pela polícia e deve responder por tentativa de homicídio.

    De acordo com a Polícia Civil, os pais das crianças e mais duas empregadas devem ser ouvidas. O objetivo é descobrir se ela já tinha usado o remédio controlado antes para dopar as crianças. As investigações devem ser encerradas em dez dias e estão sendo realizadas pela Delegacia do Aragaçy, localizada na Região Metropolitana de São Luís.

    Peritos do Instituto Médico Legal (IML) devem ir ao hospital onde as crianças estão internadas, para realizar um exame de corpo de delito que deve detectar se elas corriam alto risco de morte por conta do medicamento. Segundo o hospital onde elas estão internadas, o estado de saúde delas é estável.

    Entenda o caso

    A babá Gilvanny Raquel Silva de Oliveira, de 23 anos, foi presa em flagrante no domingo (3) por suspeita de envenenar duas crianças gêmeas de quatro anos, no bairro Aragaçy em São José de Ribamar, na Região Metropolitana da capital. Após o crime, as vítimas foram internadas na UTI de um hospital particular em São Luís.

    Em depoimento à polícia, a babá confessou que fez com as crianças ingerissem a medicação no sábado (1º) por volta das 21h, alegando que queria que ambas fossem dormir. Gilvanny trabalhava na casa das crianças há seis meses.

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