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  • Othelino cobra empresas e governo por conta dos péssimos serviços nos ferrys

    O
    deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) voltou a cobrar, na sessão desta
    segunda-feira (18), as empresas que prestam serviço de ferryboat no Maranhão e
    o governo do Estado por conta do problema recorrente e das reclamações
    constantes dos usuários.
    Ele
    deve entrar com uma representação contra a Internacional Marítima e a
    Serviporto, junto ao Ministério Público, para que adotem as providências no
    sentido de fazer com que a concessão pública seja prestada com a qualidade que
    a população merece.
    Othelino
    lembrou que já tratou do assunto, por diversas vezes, na tribuna, este ano. Há
    cerca de dois meses, foi realizada uma audiência pública, requerida pelo
    deputado do PCdoB, na cidade de Pinheiro, da qual participaram os
    representantes das duas empresas que firmaram compromissos. Depois, houve ainda
    uma reunião na Assembleia, onde foram acertados prazos e medidas a serem
    adotadas, mas nada aconteceu.
    Segundo
    Othelino, o serviço do ferryboat permanece muito ruim e a população, em
    particular da Baixada,  que utiliza muito o transporte, continua se
    sentindo desrespeitada e reclama bastante. O parlamentar disse que o consumidor
    se queixa nas emissoras de rádio, pessoalmente, manda a denúncia, mas nada está
    sendo feito para solucionar os problemas.
     COMPRA DE PASSAGENS
     “Não
    se pode comprar uma passagem com o cartão de debito, só com o dinheiro em
    espécie, isso sem contar com os outros problemas e com a obra da reforma do
    Terminal da Ponta da Espera, que nunca termina, e as pessoas ficam esperando ao
    relento. Quando desembarcam do ferryboat, têm que subir aquela rampa”, disse
    Othelino.
    De
    acordo com o deputado, o governo do Estado é omisso e a Empresa Maranhense de
    Administração Portuária (Emap) não toma providências. Segundo ele, a agência,
    que foi criada para regular e fiscalizar esse tipo de atividade, só existe no
    papel, enquanto isso a população está sendo punida.
    “Não
    se consegue fazer as reservas, como havia sido acertado com as empresas.
    Tínhamos acordado que a pessoa, quando viajasse de São Luís para o Cujupe, já
    poderia garantir a passagem de volta. Isso não vem sendo praticado pelas duas
    empresas, da mesma forma que os serviços de reserva pela internet não têm
    funcionado a contento”, denunciou Othelino.

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