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  • Parceria entre UFMA e Estado trará melhorias para medicina em Pinheiro.

    ufA reitora da Universidade Federal do Maranhão, Nair Portela, se reuniu, nesta manhã, com autoridades da saúde e da educação do Estado para definir estratégias que visam a melhoria das práticas de ensino no curso de Medicina dos campi de Pinheiro e Imperatriz.

    Durante a reunião, foram apresentadas as propostas do Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP), que são favoráveis tanto aos alunos quanto a comunidade, como explicou Sandra Tibiriçá, representante do Ministério da Educação (MEC).

    “A Universidade deve fomentar a participação ativa dos graduandos nos hospitais com a supervisão de um preceptor. Inseri-los previamente no contexto profissional acarretará em qualificação aos alunos e melhorias na saúde para sociedade”, afirmou.

    Segundo a representante da Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão, Lucia Marques, o plano especial traçado para atender o curso depende da aliança entre a Universidade, a Secretaria Estadual e Municipal.

    “A instituição, o Governo do Estado e o município precisam estar aliados na constituição de fluxos assistenciais que disponilibilizem práticas através do COAP”, disse Lúcia.

    Segundo a reitora, o COAP vai além de um acordo firmado entre órgãos. “O fator mais importante é a compreensão que devemos ter da responsabilidade que é o ensino da saúde e entender que as articulações entre alunos e profissionais são necessárias para fortificar a qualificação dos discentes”, disse Nair Portela.

    Na reunião, estiveram presentes ainda professores do curso de Medicina do campus de Pinheiros e de São Luís, a coordenadora do curso de Medicina em Pinheiro, Michelline Mesquita, a coordenadora da residência multiprofissional da Secretaria de Estado, Myllena Carvalho Veras, e Gerson Alves, integrante da Comissão de Acompanhamento e Monitoramento das Escolas Médicas (Camem).

    Saiba mais

    O COAP tem como objeto a organização e a integração das ações e dos serviços de saúde sob a responsabilidade dos entes federativos em uma região de saúde, resultando na integração do plano de saúde destes entes. É fundamentado nas pactuações estabelecidas pela Comissão Intergestores Tripartitre (CIT).

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