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  • Pinheiro finalmente vai ter o hospital que merece

    O anúncio da conclusão da licitação empreendida
    pela Secretaria de Estado da Saúde – SES/MA visando à construção dos hospitais
    macrorregionais do Estado traz uma boa notícia para Pinheiro neste momento de
    caos em que aos poucos o Prefeito Filuca tenta amenizar o problema de saúde no
    município.
    Segundo informações da SES/MA, já foram definidas
    as empresas responsáveis pela construção dos hospitais macrorregionais de
    Pinheiro, Santa Inês, Imperatriz e Caxias.
    O hospital de Pinheiro ficará a cargo da Star
    Construções, que também responderá pela obra de Santa Inês. Já os de Imperatriz
    e Caxias serão construídos pela Dimensão Engenharia.
    De acordo com a SES/MA, agora que já são conhecidas
    as empresas vencedoras da licitação, o próximo passo é a homologação do
    processo, que deve ocorrer nas próximas horas, uma vez que a licitação
    transcorreu dentro da normalidade, não havendo recursos pendentes de
    julgamento. Após a homologação, as empresas serão convocadas para a assinatura
    dos contratos respectivos. A expectativa da Secretaria de Saúde é emitir a
    Ordem de Serviço em meados da próxima semana, o que marcará o início das obras.
    Para o prefeito Filuca, essa boa notícia traz um
    novo alento para Pinheiro. “Significa um passo importante para recolocar a
    saúde de Pinheiro nos eixos”. “Nosso lema é fazer de Pinheiro um lugar cada vez
    melhor de se viver. E isso deve começar pela saúde, pois esse é o grande anseio
    da nossa gente”, completou o prefeito.
    Novo
    alento
    A notícia traz novo alento aos pinheirenses, que
    nos últimos quatro anos foram vítimas do desmonte da estrutura de saúde do
    município, empreendido pelo ex-prefeito Zé Arlindo Souza [PSB], e especialmente
    agravada no último ano com a gestão desastrosa praticada pela secretária
    municipal Graça Mendes, mulher do ex-prefeito Zé Genésio e mãe do suplente de
    deputado Luciano Genésio.
    A boa nova coincide com a decretação de estado de
    emergência na saúde de Pinheiro, medida adotada pelo prefeito Filuca que está
    sendo publicada no Diário Oficial do Estado, nesta sexta-feira, dia 10.
    O decreto é uma das medidas para eliminar a herança
    maldita deixada pela mãe de Luciano Genésio, que levou à morte centenas de
    pinheirenses em decorrência do caos instalado nos hospitais Antenor Abreu e
    Materno Infantil, nos postos de saúde e laboratórios, por falta de material, de
    pessoal, de atendimento, de equipamentos adequados e de gestão responsável.
    Uma vistoria inicial feita pela equipe do prefeito
    Filuca constatou irregularidades das mais diversas ordens, como, por exemplo, o
    sumiço inexplicado de materiais hospitalares, a deterioração por falta de
    instalação de equipamentos de alta complexidade [tomógrafo] e o agendamento de
    depósitos no dia 31/12/12 de vultosas somas a título de suposta remuneração por
    serviços prestados, beneficiando aliados políticos e familiares da então
    secretária, entre os quais figuram a mulher e o sogro de Luciano Genésio, ambos
    médicos.
    Características
    O hospital macrorregional de Pinheiro, como os
    demais, terá uma área construída de 5.526 metros quadrados, com capacidade para
    100 leitos de internação clínica e 10 de UTI. A unidade terá, ainda, centros
    cirúrgico com quatro salas, centro de imagem para exames de tomografia, Raio-X,
    ultrassonografia, mamografia e endoscopia.
    No local, estão à disposição dos pacientes o
    Serviço de Pronto Atendimento 24 horas (SPA), bem como laboratórios de análises
    clínicas.
    O hospital
    de Pinheiro integra a segunda etapa do Programa Saúde é Vida, empreendido pelo
    Governo do Maranhão. Com investimentos de mais de R$ 500 milhões, o Programa
    Saúde é Vida foi concebido com o objetivo de construir, equipar e ajudar a
    operacionalizar hospitais em municípios maranhenses.

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