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  • “Quero ser investigado”, afirma deputado Raimundo Cutrim

     

    Dep. Raimundo Cutrim: “Quero ser investigado”
    O deputado estadual Raimundo Cutrim (DEM) afirmou ao blog que deseja ser investigado quanto a seu suposto envolvimento na execução do jornalista e blogueiro Décio Sá, ocorrido no dia 23 de abril, na avenida Litorânea.
    O parlamentar nega categoricamente que tenha qualquer participação no caso, e se diz surpreso e indignado com a citação do seu nome feita pelo pistoleiro Jhonatan de Souza como sendo um dos mandantes do assassinato de Décio.
    “Estou surpreso e indignado com tudo isso. Nunca me envolvi em crime, pelo contrário, dediquei a minha vida como delegado da Polícia Federal no combate a tudo que é tipo de crime. Agora sou eu que desejo ser investigado seja pela Justiça, Ministério Público ou a Polícia. Coloco inclusive meu sigilo telefônico e bancário está à disposição”, afirmou.
    Raimundo Cutrim disse ainda que não tinha motivos para fazer qualquer coisa contra a vida de Décio Sá e que nem mesmo as críticas que jornalista fazia eram motivos para que o deputado contratasse pistoleiro para matá-lo.
    “Por que mataria ou mandaria matar o bogueiro Décio Sá? Ele fazia críticas contra a minha pessoa, inclusive algumas injustas e injustificáveis, mas é porque ele tinha as preferências dele”, disse.
    SERVIÇOS PRESTADOS
    O deputado disse ainda que tem serviços prestados à sociedade em vários estados como Piauí, Roraima e Rondônia. Cutrim lembrou do trabalho que teve no caso dos fieis depositários e na colaboração na CPI do crime organizado na década de 90, quando era secretário de Segurança.
    Raimundo Cutrim assegurou que nunca precisou procurar agiotas para conseguir dinheiro para custear sua vida ou suas campanhas. O deputado lembrou que recentemente fez discursos da tribuna da Assembleia Legislativa denunciando o crime de agiotagem, bem como envolvimento de agiotas com deputados e prefeitos na negociação de emendas parlamentares.
    “Foi delegado da Polícia Federal por quase 30 anos com serviços prestados em vários estados como o Piauí, Roraima e Rondônia. Os maranhenses sabem do meu trabalho no esclarecimento  do caso dos fieis depositários e principalmente desarticulação do crime organizado quando eu era secretário de Segurança, onde colaborei decididamente com a CPI na Assembleia Legislativa. Recentemente denunciei a agiotagem da tribuna, além de ter encaminhado ofício ao Ministério Público solicitando apuração de denúncias de envolvimento de prefeitos e deputados com agiotas em negociação de emendas parlamentares”, afirmou.
    Perguntado pelo blog sobre o porquê do seu nome no envolvimento da execução de Décio, Cutrim respondeu: “prefiro não fazer declarações quanto isso para não passar por leviano”.
    fonte: blog do rodert lobato

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