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  • Rogério Cafeteira contesta denúncia de supostas irregularidades no Hospital de Pinheiro

    O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (DEM), contestou, na sessão desta terça-feira (3), denúncia feita pelo deputado Wellington do Curso (PP) sobre suposto atraso no pagamento de salários de servidores do Hospital Regional de Pinheiro.

    Segundo o líder, o deputado tem feito, reiteradamente, “ataques embasados em documentos falsos para denunciar supostas irregularidades no Hospital de Pinheiro. Venho a esta tribuna esclarecer: atualmente, os diretores de hospitais regionais e de UPAs mantidas pelo estado do Maranhão recebem sua remuneração pelos institutos, não mais como funcionários do Estado”.

    Rogério Cafeteira frisou que a acusação que Wellington do Curso fez contra o diretor do hospital macrorregional “é um fato muito grave, pois o parlamentar oposicionista apresentou notas fiscais falsas para tentar sustentar sua denúncia”.

    O diretor do hospital, segundo Cafeteira, não é o proprietário, mas um dos sócios, como quase todos os médicos que hoje trabalham para a rede pública e que recebem por meio de empresas ou cooperativas. “Isso é uma prática usual, legal. Até porque, se não fosse, quase todos os médicos que hoje trabalham na rede estadual estariam infringindo a lei”.

    Em seu discurso, Rogério pediu que Wellington do Curso passe a ter  mais cuidado ao fazer suas denúncias, para não cair no descrédito. A denúncia, segundo o líder do Governo, foi feita de forma leviana, ainda mais porque o oposicionista apresentou notas fiscais falsas.

    ^”As notas da empresa, que foram apresentadas e atestadas pela Secretaria de Saúde, não são as mesmas que Wellington do Curso encaminhou e que foram divulgadas em um determinado blog. O deputado Wellington do Curso tem que ter cuidado, até por ser um deputado, por ser um representante do povo. Tem que ter mais cuidado na hora de fazer uma denúncia. Não existe nenhuma ilegalidade. Essa é a forma usual de pagamento de todos os diretores da área de Saúde do Estado, como da grande maioria dos médicos que recebem, ou por empresas, ou por cooperativas, ou por associações”, esclareceu Rogério Cafeteira.

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