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  • Secretário de Estado visita povoados de Bequimão ao lado do prefeito Zé Martins

    Prefeito Zé Martins, explicando a Gerson Pinheiro, a força tarefa para dar uma nova visão a o porto de Suassuí

    Prefeito Zé Martins, explicando a Gerson Pinheiro, a força tarefa para dar uma nova visão a o porto de Suassuí

    O secretário de Estado da Igualdade Racial, Gerson Pinheiro, acompanhado de seus assessores Eduardo Filho e Matheus Costa, visitaram comunidades do município de Bequimão juntamente com o prefeito Zé Martins (PMDB).

    Após a abertura oficial da Semana do Bebê Quilombola, Gerson Pinheiro fez questão de conhecer algumas comunidades do município, ao saber dos avanços e desenvolvimento durante a gestão do prefeito Zé Martins.

    Barragem de 300 metros que liga a comunidade até o porto, feita na administração de Zé Martins

    Barragem de 300 metros que liga a comunidade até o porto, feita na administração de Zé Martins

    A primeira comunidade visitada pelo secretário de Estado foi Barroso. Logo após Gerson Pinheiro conheceu Floresta, Centrinho, onde trafegou pela estrada vicinal feita na gestão de Zé Martins. Mas o ponto de Partida foi a comunidade Quilombola de Suassuí, onde o secretário de Igualdade Racial, visitou o porto do povoado e ficou encantado com o desenvolvimento da comunidade.

    Em Suassuí, Gerson Pinheiro conversou com os moradores e viu de perto a satisfação daquele povo, que há décadas sonhava com uma estrada digna de um povo lutador e trabalhador. Além da estrada, o prefeito Zé Martins fez uma barragem de aproximadamente 300 metros, onde os pescadores da comunidade andavam em cima de pedaços de madeiras sujos de lama.

    Prefeito Zé Martins e o secretário Gerson Pinheiro, reunidos com os moradores de Suassuí

    Prefeito Zé Martins e o secretário Gerson Pinheiro, reunidos com os moradores de Suassuí

    Com energia elétrica, estrada e transporte escolar, os moradores de Suassuí, vivem uma nova realidade. “Aqui já entra carro, moto, e a gente acabou comprando nosso transporte, que serve para uma viagem e até vender nossa produção. Antes, tudo era complicado, tínhamos que andar pelo apicum. Quando a maré estava grande, era ruim, hoje não, graças a Deus melhorou pra nós”, destacou Carlos, morador desde criança na comunidade.

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