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  • TV UFMA grava cenas para documentário em São Luís e Pinheiro

      José
    Benigno, pres. da comunidade quilombola do povoado Cubam zona rural de 
    Pinheiro, participando das gravações.

    A
    TV UFMA, em parceria com o programa Escola da Terra, do Ministério da Educação,
    desenvolveu mais uma etapa da gravação de vídeos documentários sobre o
    cotidiano de comunidades rurais no Maranhão. Desta vez, as visitas ocorreram no
    dia 24 de janeiro, na Cidade Universitária do Bacanga, e entre 16 e 19 de
    janeiro, em Pinheiro.
    A
    equipe entrevistou moradores, professores-formadores de Pinheiro e de São Luís,
    educadores locais e lideranças comunitárias. Segundo Alexandre Bruno Gouveia,
    diretor de produção da TV UFMA, um dos objetivos foi registrar essa etapa do
    projeto e mostrar como as identidades culturais se relacionam com o espaço
    geográfico, dentro do programa Escola da Terra.
    Em
    São Luís, as filmagens aconteceram no Centro Pedagógico Paulo Freire, no Campus
    do Bacanga, durante o encontro de formação de educadores. A equipe entrevistou
    professores-formadores e professores-cursistas, que atuam em escolas da zona
    rural da capital maranhense – Vila Maranhão, Taim, Cujupe, Tibirizinho e outras
    comunidades.
    As
    filmagens em Pinheiro ocorreram no Centro Cultural José Sarney e na comunidade
    Cuba, localizada a 27 km da zona urbana, onde residem cerca de 130 famílias.
    Desde 2009, o local é reconhecido como quilombola pela Associação das
    Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (Aconeruq) e aguarda o
    reconhecimento nacional pela Fundação Cultural Palmares. Lá os remanescentes de
    quilombola chegaram para trabalhar em engenhos de cana-de-açúcar.
    Essa
    foi a quarta viagem da TV UFMA em parceria com o programa Escola da Terra. A
    equipe já passou pelos municípios de Bacabal, Aldeias Altas e Alcântara.
    Saiba mais
    O
    Escola da Terra é um programa que tem como objetivo promover a melhoria das
    condições de acesso, permanência e aprendizagem dos estudantes do campo e
    quilombolas nas comunidades. Desenvolve também materiais voltados às realidades
    locais.
    As
    etapas do programa abrangem a formação continuada de professores, a oferta de
    materiais didáticos e pedagógicos que atendam às especificidades das
    comunidades, o monitoramento e avaliação dos educadores e a gestão, e o
    controle e mobilização social. Ao todo, 24 municípios maranhenses serão
    contemplados.

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