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  • Valor gasto na reforma de hospital será abatido no contrato, diz Othelino sobre o HTO

    O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) defendeu, na sessão desta quarta-feira (16), o governo Flávio Dino das acusações feitas pelo conglomerado de comunicação do grupo Sarney contra o processo de instalação do Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão (HTO). O parlamentar disse que o primeiro erro foi não ter ouvido as explicações do outro lado, ou seja, foi não permitir que o governo se explicasse. Ele lembrou que o valor gasto na reforma do prédio vai ser abatido no decorrer do contrato do aluguel, o que está previsto em lei.

    “Como reformar um prédio sem primeiro alugar? Como é que o governo poderia entrar em um prédio particular sem que tivesse um contrato de locação? Primeira pergunta que precisa ser respondida, como é que se entra na casa de alguém, em um bem do outro e vai lá modificar a estrutura sem que o outro tenha permitido, sem que haja um contrato, quanto mais quando se trata de recursos públicos que serão usados?”, indagou.

    Othelino reiterou que, para iniciar qualquer reforma em um imóvel, é obrigatório ter a formalização do contrato. “Mas alguém pode fazer uma pergunta: ‘ah, mas está alugando um prédio, ele já não teria que ter as características necessárias para aquela finalidade’? Ora, ali vai funcionar um Centro de Ortopedia e de Traumatologia, em quaisquer circunstâncias e, em especial, os médicos sabem que teria que se fazer as adequações”, esclareceu.

    Segundo explicou ainda Othelino Neto, a obra do HTO está em fase de conclusão e o valor que foi gasto na reforma do prédio vai ser abatido no decorrer do contrato do aluguel, o que está previsto em lei. De acordo com o parlamentar, as melhorias e intervenções que são feitas em um imóvel alugado, elas, obrigatoriamente, têm que ser compensadas no decorrer do contrato e isso é uma garantia prevista na legislação para que a pessoa, que faça os investimentos, não saia perdendo em caso de destrato.

    “O que deseja a oposição saudosista, que ainda não conseguiu superar a acachapante derrota eleitoral de dois anos e meio atrás, embora já se aproxime uma próxima, é o ‘quanto pior, melhor’. Grupo que teve uma grande derrota em 2012, em 2016 e já se aproxima uma nova e acachapante derrocada em 2018, porque o povo do Maranhão não haverá de querer de volta os tempos tão sombrios que passaram décadas experimentando no passado”, comentou.

    Segundo Othelino Neto, o HTO não vai apenas quintuplicar a quantidade de cirurgias realizadas nesta área de ortopedia e traumatologia, como vai desocupar 24 leitos do Hospital do Câncer, ou seja, tem um duplo benefício. Ele informou que a nova estrutura comportará 50 novos leitos, especificamente, para esta finalidade.

    Dos 50 leitos, dez serão de UTI e os 24 desocupados ficarão disponíveis para, exclusivamente, o tratamento do câncer. Segundo explicou Othelino, o HTO está dentro do contexto de ampliação dos serviços na rede de Saúde, que ainda é deficitária.

    “Só não enxerga quem não quer os avanços e os vários hospitais que foram abertos no governo Flávio Dino. Aí alguém pode dizer: Não, mas alguns deles já estavam construídos. Sim, o difícil não é construir. Difícil é mantê-lo funcionando. E o governador Flávio Dino vem enfrentando esse desafio: abrindo novos hospitais para conseguir, no menor espaço de tempo possível, reduzir este déficit grande que existe e essa enorme fila de pessoas que sofrem pela falta de vagas nos hospitais”, afirmou Othelino Neto.

    O deputado disse ainda que o novo hospital, que em breve será entregue ao povo do Maranhão, vai também colaborar com o Socorrão II, que vive sobrecarregado, ainda por conta de não terem leitos suficientes nos outros hospitais para atender essas situações de ortopedia e traumatologia. “Queriam os saudosistas ou não, a vida do maranhense está melhorando no governo Flávio Dino. Não adianta negar isso, nós constatamos essas mudanças todos os dias”, frisou.

    Fizeram apartes ao pronunciamento de Othelino Neto os deputados Marco Aurélio (PCdoB), Rafael leitoa (PDT), Levi Pontes (PCdoB), Rogério Cafeteira (PSB) e Raimundo Cutrim (PCdoB).

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