A nova diretoria da Associação dos Professores da Universidade Federal
do Maranhão – APRUMA, eleita na última quinta-feira em um processo eleitoral
esvaziado, terá uma árdua tarefa pela frente. Na história daquela seção
sindical, protagonizou um pleito que passou despercebido pela grande maioria da
classe.
do Maranhão – APRUMA, eleita na última quinta-feira em um processo eleitoral
esvaziado, terá uma árdua tarefa pela frente. Na história daquela seção
sindical, protagonizou um pleito que passou despercebido pela grande maioria da
classe.
De um universo formado por 1.374 docentes, apenas 192 foram às urnas.
Destes, 183 sufragaram a chapa eleita, uma vez que não houve concorrentes. Nove
eleitores preferiram votar em branco. O
resultado, antes de significar uma vitória, precisa ser visto com atenção.
A abstenção recorde é um recado da maioria que se opõe à equivocada
atuação do grupo e do seu projeto político: credenciar-se, minimamente, às eleições
do próximo reitor em 2015.
Destes, 183 sufragaram a chapa eleita, uma vez que não houve concorrentes. Nove
eleitores preferiram votar em branco. O
resultado, antes de significar uma vitória, precisa ser visto com atenção.
A abstenção recorde é um recado da maioria que se opõe à equivocada
atuação do grupo e do seu projeto político: credenciar-se, minimamente, às eleições
do próximo reitor em 2015.
Ficou claro que a maior parte do corpo docente da UFMA não concorda com
a modus operandi daqueles que passarão a dirigir a APRUMA. A
ausência do debate no âmbito da instituição, o discurso raivoso em detrimento às
aspirações da classe, e da universidade como um todo, foram as marcas mais
contundentes do processo eleitoral. No lugar de propostas, o ataque puro e
simples, o radicalismo, a intransigência, a intolerância. O isolamento a que o
grupo parece relegado, porém, não causou estranheza a quem conhece de perto as
minúcias da política universitária.
a modus operandi daqueles que passarão a dirigir a APRUMA. A
ausência do debate no âmbito da instituição, o discurso raivoso em detrimento às
aspirações da classe, e da universidade como um todo, foram as marcas mais
contundentes do processo eleitoral. No lugar de propostas, o ataque puro e
simples, o radicalismo, a intransigência, a intolerância. O isolamento a que o
grupo parece relegado, porém, não causou estranheza a quem conhece de perto as
minúcias da política universitária.
No recente episódio da greve de fome dos estudantes as digitais desta
minoria foram mais do que visíveis. A ponto de insuflar manifestantes e a eles
se juntarem em um circo armado para constranger o reitor Natalino Salgado na
porta da sua casa. Nada a ver com solidariedade e apoio à causa que motivou o
protesto: a construção da Casa do Estudante no Campus. O objetivo era o
achincalhe, a intimidação, a exacerbação da crise para provocar o desgaste do
dirigente maior da instituição.
minoria foram mais do que visíveis. A ponto de insuflar manifestantes e a eles
se juntarem em um circo armado para constranger o reitor Natalino Salgado na
porta da sua casa. Nada a ver com solidariedade e apoio à causa que motivou o
protesto: a construção da Casa do Estudante no Campus. O objetivo era o
achincalhe, a intimidação, a exacerbação da crise para provocar o desgaste do
dirigente maior da instituição.
Não satisfeitos, se uniram em bloqueios as vias de acesso à UFMA
provocando o caos na Avenida dos Portugueses e um enorme transtorno à população
que por lá transita diariamente. O excesso típico dos arroubos juvenis foi
usado como massa de manobra para chamar a atenção da comunidade e buscar o apoio
de segmentos menos esclarecidos da população.
provocando o caos na Avenida dos Portugueses e um enorme transtorno à população
que por lá transita diariamente. O excesso típico dos arroubos juvenis foi
usado como massa de manobra para chamar a atenção da comunidade e buscar o apoio
de segmentos menos esclarecidos da população.
Era preciso confundir a opinião pública e fazer a sociedade crer que os alunos
eram pobres vítimas e não recebiam qualquer assistência da administração.
Embora soubessem que todos eram moradores da residência estudantil com direitos
garantidos, como bolsa-auxílio, alimentação gratuita e outros benefícios.
eram pobres vítimas e não recebiam qualquer assistência da administração.
Embora soubessem que todos eram moradores da residência estudantil com direitos
garantidos, como bolsa-auxílio, alimentação gratuita e outros benefícios.
Contrários a essa atitude, uma parcela muito maior de professores
divulgou uma nota sobre o movimento. Nela, pedia a solução negociada do
impasse, reconhecia os incontestáveis avanços da UFMA na atual administração e
se solidarizava com o reitor diante das agressões e ele dirigidas. Não tardou
para serem taxados de puxa-sacos e outros adjetivos impublicáveis, que os reacionários sempre atribuem àqueles
que não compartilham de suas idéias.
divulgou uma nota sobre o movimento. Nela, pedia a solução negociada do
impasse, reconhecia os incontestáveis avanços da UFMA na atual administração e
se solidarizava com o reitor diante das agressões e ele dirigidas. Não tardou
para serem taxados de puxa-sacos e outros adjetivos impublicáveis, que os reacionários sempre atribuem àqueles
que não compartilham de suas idéias.
Agora se voltam contra a Academia Maranhense de Letras, instituição que
reúne os nomes mais destacados da literatura no Maranhão, símbolo maior da
cultura deste estado. Simplesmente por que o seu atual presidente Benedito
Buzar e o ex, Jomar Moraes, saíram em defesa do confrade que dirige a
Universidade Federal do Maranhão, enaltecendo a magnitude da obra que ele
legará àquela instituição.
reúne os nomes mais destacados da literatura no Maranhão, símbolo maior da
cultura deste estado. Simplesmente por que o seu atual presidente Benedito
Buzar e o ex, Jomar Moraes, saíram em defesa do confrade que dirige a
Universidade Federal do Maranhão, enaltecendo a magnitude da obra que ele
legará àquela instituição.
Recentemente, uma professora mais dedicada a arquitetar factóides contra
o reitor do que à sala de aula, chegou ao absurdo de proclamar que o estudante
Josemiro, o primeiro a fazer greve de fome, “certamente será mais lembrado e
reconhecido do que muitos imortais da AML”. Outro, de currículo acadêmico inexpressivo,
mexeu com os brios dos imortais ao usar termos como “instituição fantasma”,
“expressão do que há de mais esclerosado em nossa cultura”, “servilismo de uma
ordem oligárquica”, para se referir a AML.
o reitor do que à sala de aula, chegou ao absurdo de proclamar que o estudante
Josemiro, o primeiro a fazer greve de fome, “certamente será mais lembrado e
reconhecido do que muitos imortais da AML”. Outro, de currículo acadêmico inexpressivo,
mexeu com os brios dos imortais ao usar termos como “instituição fantasma”,
“expressão do que há de mais esclerosado em nossa cultura”, “servilismo de uma
ordem oligárquica”, para se referir a AML.
Tentam, dessa forma, ocultar as verdadeiras motivações
político-partidárias que movem os seus passos, desqualificando qualquer um que os
desaprovem. Arvoram-se como os legítimos e únicos capazes da “elaboração
crítica”, da construção de um processo democrático. Acusam de cegueira quem
afirmar o contrário. Na verdade têm horror a crítica e a oposição.
político-partidárias que movem os seus passos, desqualificando qualquer um que os
desaprovem. Arvoram-se como os legítimos e únicos capazes da “elaboração
crítica”, da construção de um processo democrático. Acusam de cegueira quem
afirmar o contrário. Na verdade têm horror a crítica e a oposição.
O resultado da eleição, no entanto, provou o quanto estão enganados. Não
há mais espaço na universidade para a intolerância, o radicalismo e a insensatez.
Se a diretoria que comandará a APRUMA não entender o recado das urnas e
estabelecer uma agenda positiva para a entidade corre o risco de ficar pregando
no deserto. Para o bem da UFMA, os ventos da prosperidade e do desenvolvimento
continuarão soprando.
há mais espaço na universidade para a intolerância, o radicalismo e a insensatez.
Se a diretoria que comandará a APRUMA não entender o recado das urnas e
estabelecer uma agenda positiva para a entidade corre o risco de ficar pregando
no deserto. Para o bem da UFMA, os ventos da prosperidade e do desenvolvimento
continuarão soprando.



