Por Jorge Aragão
A cada semana, o
prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PMDB), contabiliza mais um rombo nos
cofres do município, em consequência da desastrosa herança administrativa
deixada pelo antecessor, o ex-prefeito Zé Arlindo (na foto com os aliados
Flávio Dino e Luciano Genésio). Desta vez foram R$ 833 mil, que foram
bloqueados judicialmente para pagamento de uma multa decorrente do
descumprimento das obrigações com a Justiça do Trabalho, em ação movida pelo
Ministério Público do Trabalho, relacionada aos direitos de crianças e
adolescentes.
prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes (PMDB), contabiliza mais um rombo nos
cofres do município, em consequência da desastrosa herança administrativa
deixada pelo antecessor, o ex-prefeito Zé Arlindo (na foto com os aliados
Flávio Dino e Luciano Genésio). Desta vez foram R$ 833 mil, que foram
bloqueados judicialmente para pagamento de uma multa decorrente do
descumprimento das obrigações com a Justiça do Trabalho, em ação movida pelo
Ministério Público do Trabalho, relacionada aos direitos de crianças e
adolescentes.
Por conta do
montante da multa, em torno de mil reais por dia, o FUNDEB (Fundo de Manutenção
e o Desenvolvimento do Ensino Básico), o FMS (Fundo Municipal de Saúde) e o FPM
(Fundo de Participação do Município) foram bloqueados por decisão do juiz do
trabalho, Lucas Silva de Castro. O bloqueio desses recursos, segundo Filuca,
praticamente inviabiliza a maioria das ações emergenciais em curso. “Estamos
empreendendo todas as tentativas de acordo para que, pelo menos, parte desses
recursos sejam disponibilizados. Do contrário, teremos grandes dificuldades
para cumprir obrigações e dar continuidade ao programa de ações emergenciais”,
explicou ele.
montante da multa, em torno de mil reais por dia, o FUNDEB (Fundo de Manutenção
e o Desenvolvimento do Ensino Básico), o FMS (Fundo Municipal de Saúde) e o FPM
(Fundo de Participação do Município) foram bloqueados por decisão do juiz do
trabalho, Lucas Silva de Castro. O bloqueio desses recursos, segundo Filuca,
praticamente inviabiliza a maioria das ações emergenciais em curso. “Estamos
empreendendo todas as tentativas de acordo para que, pelo menos, parte desses
recursos sejam disponibilizados. Do contrário, teremos grandes dificuldades
para cumprir obrigações e dar continuidade ao programa de ações emergenciais”,
explicou ele.
A solicitação
judicial, feita ao Banco Central do Brasil, ocorreu em razão do não cumprimento
com compromissos assumidos. No primeiro ano de gestão do ex-prefeito, em
14/12/2009, a Prefeitura de Pinheiro foi notificada por não cumprir suas
obrigações, não apresentar defesa e nem pagar o valor devido. Em 2011, o
Município novamente não cumpriu seus compromissos. Agora o “calote” da gestão
Zé Arlindo saiu caro. No final do ano passado, em 28/11/2012, o juiz Érico
Renato Serra Cordeiro, determinou o bloqueio online do FPM que deveria ser
revertido em favor do FIA, Fundo da Infância e Adolescência do Estado.
judicial, feita ao Banco Central do Brasil, ocorreu em razão do não cumprimento
com compromissos assumidos. No primeiro ano de gestão do ex-prefeito, em
14/12/2009, a Prefeitura de Pinheiro foi notificada por não cumprir suas
obrigações, não apresentar defesa e nem pagar o valor devido. Em 2011, o
Município novamente não cumpriu seus compromissos. Agora o “calote” da gestão
Zé Arlindo saiu caro. No final do ano passado, em 28/11/2012, o juiz Érico
Renato Serra Cordeiro, determinou o bloqueio online do FPM que deveria ser
revertido em favor do FIA, Fundo da Infância e Adolescência do Estado.
A justiça levou em
consideração “o silêncio do executado”, ou seja, o total desleixo e falta de
atenção da administração passada, com relação ao caso.
consideração “o silêncio do executado”, ou seja, o total desleixo e falta de
atenção da administração passada, com relação ao caso.
Essa é a herança
deixada por Zé Arlindo e sua turma. O pior é que ainda queriam mais quatro anos
e contavam com o apoio do presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, que curiosamente
JAMAIS fez qualquer comentário sobre a situação encontrada por Filuca na
cidade.
deixada por Zé Arlindo e sua turma. O pior é que ainda queriam mais quatro anos
e contavam com o apoio do presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, que curiosamente
JAMAIS fez qualquer comentário sobre a situação encontrada por Filuca na
cidade.
No entanto, Dino,
acertadamente, critica diariamente a desastrosa gestão de João Castelo e a
herança maldita deixada para o prefeito Edivaldo Júnior. Seriam dois pesos e
duas medidas? Seria Dino adepto do ditado popular: para os amigos tudo e para
os inimigos os rigores da Lei?
acertadamente, critica diariamente a desastrosa gestão de João Castelo e a
herança maldita deixada para o prefeito Edivaldo Júnior. Seriam dois pesos e
duas medidas? Seria Dino adepto do ditado popular: para os amigos tudo e para
os inimigos os rigores da Lei?
Enquanto isso a
população de Pinheiro, de São Luís e de outros municípios vão sofrendo com as
heranças deixadas pelas gestões desastrosas que não deixaram saudades.
população de Pinheiro, de São Luís e de outros municípios vão sofrendo com as
heranças deixadas pelas gestões desastrosas que não deixaram saudades.



