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  • A vez da Baixada Maranhense

    Jornal Pequeno / Informe JP.
    Historicamente
    abandonada pelo poder público, a população da Baixada Maranhense tem vivido
    dias de entusiasmo e esperança. A despeito de suas riquezas naturais, com 
    água e terras agricultáveis em abundância, além de notável vocação para o
    turismo e a piscicultura, os baixadeiros convivem há anos com a pobreza e
    indicadores sociais sofríveis.
    Desde que assumiu o governo, Flávio Dino priorizou ações nas
    áreas de infraestrutura, produção e educação, eixos essenciais para garantir o
    desenvolvimento com a justa distribuição de renda para os habitantes da região.
    A ponte Central/Bequimão vai ligar mais de 12 municípios da
    Baixada e Litoral Ocidental à São Luís. Será importante corredor para escoar a
    produção e incentivar o turismo. A estrada de 14 Km ligando Matinha ao povoado
    de Itans e a fábrica de gelo propiciarão a logística necessária para consolidar
    o município como um dos maiores polos produtores de pescado.
    A estrada que liga Pedro do Rosário ao povoado Cocalinho na
    BR-316 é outra importante via que está sendo construída.
    Na educação, o novo Campus da Uema começa a ser construído em
    São Bento. Os municípios de Pinheiro, Viana e Serrano do Maranhão receberão
    Núcleo de Educação Integrada. A educação profissional também terá forte
    presença na região com a construção de Iemas nas cidades de São Vicente de
    Férrer e Vitória do Mearim.
    As escolas serão reformadas ainda este ano, os professores
    valorizados,capacitados e a inédita eleição para gestores escolares são fatores
    relevantes para garantir ensino de qualidade.
    A Agricultura Familiar recebe apoio inédito. A começar pela
    assistência técnica assegurada para os pequenos produtores. Técnicos foram
    contratados pelo governo. A primeira feira de agricultura familiar e tecnologia
    realizada em São Bento. Lá, também foram anunciados programas importantes como
    Mais Alimentos, Terra Legal, certificação para produtores de comunidades
    quilombolas.
    Em setembro, será entregue o hospital regional de alta
    complexidade. Momento histórico carregado de simbolismo porque retomará projeto
    idealizado pelo ex-governador Jackson Lago. Hospitais regionais por ele
    batizados de Socorrões. Fez o primeiro em Presidente Dutra e deixou recursos
    garantidos para a construção deste hospital, cujo projeto foi abandonado por
    seis anos. Agora, Flávio Dino presenteia os baixadeiros e prestará justa
    homenagem ao Dr. Jackson, que cederá o nome ao hospital. Passo a passo a
    mudança ganha contornos reais na Baixada. Chegou a vez desta importante região
    encontrar com seu destino de desenvolvimento com justiça social.

    4 Comentários

    1. Nena disse:

      Se assim proceder o atual governador, com certeza nosso Estado tão ignorado e mal administrado, será visto como parte do Brasil e a população agradece. Q Deus o abençoe e lhe conceda a graça de fazer tão necessárias realizações.

    2. Nena disse:

      Se assim proceder o atual governador, com certeza nosso Estado tão ignorado e mal administrado, será visto como parte do Brasil e a população agradece. Q Deus o abençoe e lhe conceda a graça de fazer tão necessárias realizações.

    3. Nena disse:

      Se assim proceder o atual governador, com certeza o nosso estado tão ignorado e mal administrado, será visto como parte integrante do Brasil e a população agradece.
      Que Deus o abençoe e lhe conceda a graça de mudar a história do nosso povo tão sofrido e abandonado pelos que são pagos com o suor desse povo para cuidar dos mesmos.
      Que saiam do papel, essas "promessas".

    4. Nena disse:

      Se assim proceder o atual governador, com certeza o nosso estado tão ignorado e mal administrado, será visto como parte integrante do Brasil e a população agradece.
      Que Deus o abençoe e lhe conceda a graça de mudar a história do nosso povo tão sofrido e abandonado pelos que são pagos com o suor desse povo para cuidar dos mesmos.
      Que saiam do papel, essas "promessas".

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