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  • Após negociações, a população atende pedido do deputado Wellington e desfaz as manifestações em Alcântara.

    Após a sessão na Assembleia
    Legislativa na última quinta-feira (6), o deputado estadual Wellington do Curso
    (PPS) e um grupo de assessores partiram de São Luís em direção à cidade de
    Alcântara para se solidarizar e dar apoio à população que estava realizando
    protestos desde o dia 31 de julho devido à falta de estrutura na Saúde Pública
    do município.
    Ao chegar em Alcântara, o
    deputado encontrou um clima tenso, marcado pela revolta e insatisfação que
    permeavam os manifestantes que se encontravam na Praça da Matriz, após tumultos
    em frente à Prefeitura, Câmara Municipal e Fórum da cidade. As manifestações
    iniciaram desde a última sexta-feira (31), após a morte da jovem gestante
    Naires Rodrigues, de 19 anos, e seu bebê, que, no último dia 30 não resistiram,
    segundo os manifestantes, devido ao descaso na Saúde do município.
    A população alega que houve
    negligência por parte do hospital e reclama do número insuficiente de médicos e
    de hospitais de qualidade na cidade.
    Ante isso e de forma
    responsável, Wellington dialogou com os manifestantes e atendeu algumas das
    demandas, dentre elas a liberação da professora Teresa França, conhecida como
    “Teca”, que havia sido detida por policiais militares durante o ponto alto das
    manifestações. Durante as negociações, a população acatou o pedido do
    parlamentar para que desfizessem as manifestações e se reunissem em uma
    audiência pública sob sua responsabilidade, na próxima terça-feira (11), com
    início às 14h, no auditório do IFMA- Campus Alcântara, a fim de discutir as problemáticas
    apontadas e encontrar soluções que atendam a população do município.
    “Tenho acompanhado as
    manifestações em Alcântara desde o início. Apresentei na Assembleia, assim que
    soube da morte da jovem Naires, um requerimento solicitando esclarecimentos à
    Secretaria Municipal sobre tal fato. No entanto, o povo clamava por uma voz e
    eu não poderia negar isso. Por isso, fui à Alcântara, intermediei as
    reivindicações e, graças a Deus, voltei com a sensação de missão cumprida.
    Ressalto a importância da visita ao ir falar com os manifestantes, pois só
    assim tomamos pleno conhecimento de todas as reivindicações. Empenho a minha
    palavra com cada cidadão e firmo meu  compromisso em defesa do povo
    maranhense”, declarou o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da
    Assembleia.

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