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  • Cabo Campos: Nota de Pesar.

    É terrível e
    devastador retornar ao tema da morte de policiais, ter que mais uma vez tocar
    nesse lamentável assunto, após a morte do ten. Ramos na última semana. Porém essa triste realidade nos
    voltou a assolar. 
    Ontem,
    23, mais um cidadão, policial militar, foi morto pelo crime e pela crueldade
    que tomam conta de nossas vidas. Não há mais espaços seguros, imunes à ação da
    criminalidade. Pergunto-me em que momento esse país fará um pacto consigo
    mesmo, para dar um fim a esse estado de tragédia, que atinge em maioria a vida
    da classe trabalhadora?
    A
    questão da violência urbana e do crime não é uma questão meramente policial.
    Sua solução não está limitada à ação dos aparelhos de segurança. Volto a dizer,
    aos poderes constituídos, e a sociedade organizada que precisam agir, no
    sentido de tornar a constituição de 88 e toda a legislação nacional, uma
    prática diária que busque efetivamente melhorar a vida das pessoas em todos os
    aspectos.
    A
    polícia cumpre um papel importante, mas é preciso saúde para todos, com
    qualidade e dignidade. É preciso um modelo educacional universal, libertador e
    criador de condições para que o cidadão consiga mudar sua vida e de sua
    família, para que possa assim, dar conforto e segurança para ela. 
    É preciso que a justiça se manifeste nesse país,
    e que possamos confiar nela e saber que por ela nos trará a justiça devida!
    Enfim, não há uma solução fácil, mas há solução! Há solução e ela depende de
    decisões de homens, que precisam formá-las. 

    Todos
    nós, devemos exigir a formação dessas decisões, pois não é mais aceitável que
    continuemos, dia após dia, sepultando pais de família e dizendo palavras de
    conforto, enquanto o crime organizado cresce pelas ruas e nos abate à luz do
    dia.
    Cada policial deve
    fazer da busca por esses facínoras, que roubaram a vida do nosso irmão, uma
    cruzada pela justiça e pela paz social no Estado do Maranhão. 
    Por fim, lamento
    profundamente a violência que tirou a vida do meu irmão de farda, o SD MAX
    MULLER , jovem policial militar. Que Deus possa confortar sua família e amigos.

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