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  • Madeira descarta candidatura própria do PSDB e reafirma apoio a Luis Fernando

    O prefeito de Imperatriz, Sebastião
    Madeira (PSDB), praticamente descartou esta semana, em entrevista à Rádio
    Capital, uma candidatura tucana ao Governo do Estado na eleição de 2014.
    Segundo ele, é “balela” falar em candidatura própria do PSDB na eleição para o
    Governo do Estado. O discurso de tentar forçar o lançamento de candidato
    próprio, segundo ele, é uma das estratégias da oposição para evitar que o
    partido feche questão com a base governista no ano que vem.
    Ainda assim, mesmo
    que haja uma candidatura, a posição pessoal do prefeito é de, segundo ele
    próprio garante, compor com o pré-candidato do grupo comandado pela governadora
    Roseana Sarney (PMDB), Luis Fernando Silva (PMDB).
    “Não passa de
    balela essa história de candidatura própria no PSDB. Nós não teremos candidato.
    Mesmo se o partido decidir por Flávio Dino, estarei apoiando o Luis Fernando.
    Já comuniquei essa decisão ao presidente do partido, o deputado federal Carlos
    Brandão, ao deputado Pinto Itamaraty, ao Castelo, a Gardeninha, ao Neto
    Evangelista e a toda a cúpula da sigla”, disse Madeira.
    Segundo ele, foi o
    apoio da governadora Roseana a sua gestão em Imperatriz – e as “apunhaladas”
    dos oposicionistas – que o fizeram decidir tão cedo quem apoiar em 2014. Para
    Madeira, só um “masoquista” apoiaria a candidatura da oposição nessa situação.
    “Só se eu fosse
    masoquista para apoiar Flávio Dino. A governadora Roseana Sarney tem me dado
    total apoio, enquanto a oposição me apunhala. Não posso deixar de esclarecer
    que vejo no Flávio Dino um homem de alta qualificação, um homem extremamente
    preparado, mas ele age como se fosse meu adversário. Além do mais, não posso
    transformar meu mandato numa fortaleza ideológica, porque preciso trabalhar
    pelo povo e isso o governo vem me propiciando”, completou.
    Sebastião Madeira
    adiantou que o PSDB ainda não se definiu em relação às alianças políticas de
    2014. Ele disse que o diálogo permanece no partido.

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