
A Promotoria de Justiça de Anajatuba abriu um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades no Pregão Eletrônico nº 032/2025, realizado pela Prefeitura para contratar serviços de alimentação destinados às secretarias municipais.
A apuração começou após a empresa Camila L. Ferreira Ltda. questionar sua desclassificação no certame.
Segundo o Ministério Público, há indícios de que a empresa tenha sido eliminada com base em critérios usados na avaliação das amostras que não estavam previstos no edital. A Promotoria também aponta falta de critérios objetivos na análise dos produtos e investiga possível direcionamento da licitação.
O caso envolve a atuação da pregoeira, da servidora responsável pela avaliação das amostras e da autoridade que homologou o resultado.
A investigação também foi encaminhada à Polícia Civil para apurar eventual crime relacionado à frustração do caráter competitivo da licitação.


