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  • SEBRAE realiza oficina para estruturação de projeto para piscicultura na Baixada

     Oficina discute gargalos e pontos fortes a serem trabalhados no
    desenvolvimento da atividade na região
    Piscicultores, empreendedores e técnicos de piscicultura atuantes na
    Baixada Maranhense foram reunidos numa série de oficinas de estruturação do
    projeto Desenvolvimento da Piscicultura na Baixada, a ser desenvolvido pelo SEBRAE
    Maranhão nos próximos três anos. As oficinas foram realizadas no período de 02
    a 06 de março nos municípios de São Bento, Bequimão, Santa Helena e Pinheiro,
    contando também com representantes das secretarias de Agricultura dos
    municípios envolvidos.
    O público-alvo dos encontros foram os piscicultores da região que, desde
    2009, vem sendo atendidos pelo Sebrae através do atendimento individual e,
    agora, poderão contar com um projeto que vai trabalhar o desenvolvimento desta
    atividade econômica na região, com previsão de início para 2015 e encerramento
    em 2017. Para dar início às atividades do projeto, é necessário que ele seja
    contratualizado entre o Sebrae e parceiros, definindo questões como
    gerenciamento, monitoramento, avaliação e acompanhamento das atividades da
    piscicultura regional.
    As oficinas foram acompanhadas pelo gerente de Agronegócio do SEBRAE no
    Maranhão, Valter Monteiro; a gerente da Regional do SEBRAE em Pinheiro, Rosa
    Amélia Borges; secretários de Agricultura e presidentes das Associações dos
    Piscicultores dos municípios envolvidos. De acordo com Rosa Amélia, o próximo
    passo do projeto, após as oficinas de estruturação, será a assinatura do acordo
    de resultados, juntamente com parceiros locais, em data a ser definida
    posteriormente.
    Segundo o analista do SEBRAE responsável pelo projeto, o gestor Raimundo
    Júnior, nos últimos anos, é possível identificar o crescimento da produção do
    peixe na Baixada em 30%, ampliando a renda dos produtores em até 70%, saindo de
    uma produção de cerca de 2 toneladas para quase 3 toneladas por ano. “Foi
    registrada também uma queda na mortalidade dos alevinos em 30%, contribuindo
    para o fortalecimento da atividade familiar”, ressalta o gestor do projeto.

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