Conselheiros de contas são cidadãos e também opinam sobre política

Um amigo disse uma vez que tem pessoas que costumam usar um texto, fora do contexto para gerar um pretexto. Ele se referia ao fato de alguns usarem um livro, um texto, um discurso, uma palestra e até conversas citadas por alguém de maneira bem diferente do original.

Um fato bastante atual sobre essa situação ocorreu essa semana com ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), conselheiro João Jorge Pavão, em uma publicação no Facebook.

Nascido no município maranhense de Santa Helena, Pavão que sempre usou as redes sociais para estreitar relação com população, deu sua opinião em relação a um debate sobre alianças políticas que o prefeito de sua terra natal poderia tomar para as próximas eleições.

O conselheiro, como cidadão helenense, sugeriu em sua opinião que o prefeito Zezildo Almeida deveria votar no deputado federal Victor Mendes (PV), pois o parlamentar teria destinado recursos para a cidade, e, por isso, o gestor teria motivos para apoiá-lo.

Assim como um quadro é visto de forma tão única por cada um, o que é dito também. Por isso, dentro deste olhar, o contexto das criticas de alguns blogs sobre o comentário opinativo de Pavão, fica perdido por um detalhe: os conselheiros de contas são cidadãos e também opinam sobre política.

Por Antônio Martins

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