A Secretaria
de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema) lança nesta
quarta-feira (5/6), o Prêmio
Ararajuba de Jornalismo Ambiental. Essa iniciativa visa premiar os melhores
trabalhos jornalísticos, produzidos por profissionais e estudantes do Maranhão,
focados no tema Sustentabilidade. As inscrições do prêmio estarão abertas a
partir do dia 20 de junho, no site da SEMA (www.sema.ma.gov.br). O lançamento do I Prêmio Ararajuba de Jornalismo
Ambiental é uma das ações da Sema em comemoração
ao Dia do Meio Ambiente.
de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema) lança nesta
quarta-feira (5/6), o Prêmio
Ararajuba de Jornalismo Ambiental. Essa iniciativa visa premiar os melhores
trabalhos jornalísticos, produzidos por profissionais e estudantes do Maranhão,
focados no tema Sustentabilidade. As inscrições do prêmio estarão abertas a
partir do dia 20 de junho, no site da SEMA (www.sema.ma.gov.br). O lançamento do I Prêmio Ararajuba de Jornalismo
Ambiental é uma das ações da Sema em comemoração
ao Dia do Meio Ambiente.
Ao
todo serão distribuídos 21 mil reais em prêmios divididos em seis (6)
categorias. Cinco delas são destinadas a jornalistas profissionais e uma
contempla os acadêmicos de jornalismo. “O nosso objetivo é colocar na pauta dos
veículos e profissionais de comunicação a questão ambiental buscando despertar
uma nova consciência sobre o assunto, além de disseminar boas práticas de
conservação, sustentabilidade e proteção ao meio ambiente, que possam, de forma
educativa, contribuir para essa nova consciência”, disse o Secretário de Estado
de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA).
todo serão distribuídos 21 mil reais em prêmios divididos em seis (6)
categorias. Cinco delas são destinadas a jornalistas profissionais e uma
contempla os acadêmicos de jornalismo. “O nosso objetivo é colocar na pauta dos
veículos e profissionais de comunicação a questão ambiental buscando despertar
uma nova consciência sobre o assunto, além de disseminar boas práticas de
conservação, sustentabilidade e proteção ao meio ambiente, que possam, de forma
educativa, contribuir para essa nova consciência”, disse o Secretário de Estado
de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA).
Podem participar do I
Prêmio Ararajuba de Jornalismo Ambientalestudantes de Comunicação Social,
Jornalismo e/ou Rádio e Televisão, regularmente matriculados em unidades de ensino
superior públicas e/ou privadas, sediadas no estado do Maranhão, cursando a
partir do 5º semestre e/ou do terceiro ano, conforme o regime adotado pela
unidade de ensino e jornalistas com registro profissional e residentes no
Estado do Maranhão, por no mínimo 03 (três) anos, cujos trabalhos tenham sido
publicados ou veiculados em mídia do estado, no
período de 1º de agosto de 2012 a 31 de agosto de 2013.
Prêmio Ararajuba de Jornalismo Ambientalestudantes de Comunicação Social,
Jornalismo e/ou Rádio e Televisão, regularmente matriculados em unidades de ensino
superior públicas e/ou privadas, sediadas no estado do Maranhão, cursando a
partir do 5º semestre e/ou do terceiro ano, conforme o regime adotado pela
unidade de ensino e jornalistas com registro profissional e residentes no
Estado do Maranhão, por no mínimo 03 (três) anos, cujos trabalhos tenham sido
publicados ou veiculados em mídia do estado, no
período de 1º de agosto de 2012 a 31 de agosto de 2013.
As inscrições serão
iniciadas no dia 20 de junho e encerram-se no dia 20 de agosto de 2013. Não serão aceitos trabalhos enviados
após esta data. Se o trabalho (impresso ou eletrônico e em todas as seis
categorias) não for assinado ou estiver sob pseudônimo, o participante deverá
encaminhar, no ato da inscrição, anexado à ficha de inscrição, para a organização
do Prêmio, uma declaração do diretor de redação ou chefe de jornalismo,
atestando a veiculação e autoria do mesmo.
iniciadas no dia 20 de junho e encerram-se no dia 20 de agosto de 2013. Não serão aceitos trabalhos enviados
após esta data. Se o trabalho (impresso ou eletrônico e em todas as seis
categorias) não for assinado ou estiver sob pseudônimo, o participante deverá
encaminhar, no ato da inscrição, anexado à ficha de inscrição, para a organização
do Prêmio, uma declaração do diretor de redação ou chefe de jornalismo,
atestando a veiculação e autoria do mesmo.
Para efeito de avaliação da Comissão Julgadora do Prêmio Ararajuba de Jornalismo, entende-se como Sustentabilidade todo o conjunto de elementos que
viabiliza e determina as condições de vida no planeta, em especial o ar, a
terra e a água. Serão levadas em conta, nas seis categorias, matérias que
registrem denúncias e/ou soluções na luta pela melhoria das condições sociais,
ambientais e econômicas no estado e no desenvolvimento de tecnologias ligadas
às ciências do meio ambiente no Maranhão, além de boas práticas desenvolvidas
por associações comunitárias e por instituições referentes ao tema e/ou
histórias de vida de personagens ligados ao tema proposto.
viabiliza e determina as condições de vida no planeta, em especial o ar, a
terra e a água. Serão levadas em conta, nas seis categorias, matérias que
registrem denúncias e/ou soluções na luta pela melhoria das condições sociais,
ambientais e econômicas no estado e no desenvolvimento de tecnologias ligadas
às ciências do meio ambiente no Maranhão, além de boas práticas desenvolvidas
por associações comunitárias e por instituições referentes ao tema e/ou
histórias de vida de personagens ligados ao tema proposto.
Todas as informações relativas ao I Prêmio Ararajuba de Jornalismo
Ambiental podem ser obtidas
no edital disponível no site da Sema ou na Assessoria de
Comunicação da Sema, das 14h às 18h, pelo telefone: 3194-8900.
Ambiental podem ser obtidas
no edital disponível no site da Sema ou na Assessoria de
Comunicação da Sema, das 14h às 18h, pelo telefone: 3194-8900.
“ARARAJUBA”
A Ararajuba é um Psittaciforme da família
Psittacidae. Conhecida também como Guaruba, Guarajuba e Tanajuba. Guaruba e
Ararajuba derivam do tupi: guará = pássaro, yuba = amarelo; ou Arara =
aumentativo de Ará (papagaio)/papagaio grande, yuba = amarelo, que mede cerca
de 34cm. No final do século XVI foi mencionada por Fernão Cardin, na Bahia,
como uma ave muito valiosa comercialmente.
Psittacidae. Conhecida também como Guaruba, Guarajuba e Tanajuba. Guaruba e
Ararajuba derivam do tupi: guará = pássaro, yuba = amarelo; ou Arara =
aumentativo de Ará (papagaio)/papagaio grande, yuba = amarelo, que mede cerca
de 34cm. No final do século XVI foi mencionada por Fernão Cardin, na Bahia,
como uma ave muito valiosa comercialmente.
Segundo a Birdlife International a ararajuba é de
biologia e distribuição ainda pouco conhecidas. Estima-se que existam poucos
indivíduos na natureza de populações nômades ao longo de rios Amazônicos. A
ararajuba apresenta as cores da bandeira brasileira (amarela com as pontas das
asas verdes) por isso é considerada a melhor alternativa para ser escolhida
como ave nacional.
biologia e distribuição ainda pouco conhecidas. Estima-se que existam poucos
indivíduos na natureza de populações nômades ao longo de rios Amazônicos. A
ararajuba apresenta as cores da bandeira brasileira (amarela com as pontas das
asas verdes) por isso é considerada a melhor alternativa para ser escolhida
como ave nacional.
Procura árvores altas e ocas para construir seus
ninhos, dentro de uma câmera profunda que impeça a ação de predadores, como os
tucanos. Nesse local, colocam de dois a três ovos que são incubados por
aproximadamente 30 dias, não somente pelos pais, mas também por outros
indivíduos do bando. Esses “ajudantes” colaboram ainda no cuidado com os
filhotes até que se tornem adultos.
ninhos, dentro de uma câmera profunda que impeça a ação de predadores, como os
tucanos. Nesse local, colocam de dois a três ovos que são incubados por
aproximadamente 30 dias, não somente pelos pais, mas também por outros
indivíduos do bando. Esses “ajudantes” colaboram ainda no cuidado com os
filhotes até que se tornem adultos.
Habita a copa de florestas úmidas altas. É
bastante social, inclusive, no período reprodutivo, vivendo em bandos de 4 a 10
indivíduos. É, justamente, nas áreas de ocorrência da espécie, que se verificam
os mais altos índices de desmatamento na Amazônia para formação de pastagens.
Dessa forma, a perda de seu habitat é uma das principais ameaças que colocam em
risco a sobrevivência dessas aves. O tráfico de aves silvestres é outro fator
que contribui significativamente para redução desses indivíduos na natureza.
bastante social, inclusive, no período reprodutivo, vivendo em bandos de 4 a 10
indivíduos. É, justamente, nas áreas de ocorrência da espécie, que se verificam
os mais altos índices de desmatamento na Amazônia para formação de pastagens.
Dessa forma, a perda de seu habitat é uma das principais ameaças que colocam em
risco a sobrevivência dessas aves. O tráfico de aves silvestres é outro fator
que contribui significativamente para redução desses indivíduos na natureza.
Encontrada, exclusivamente, no Brasil, do leste do
Maranhão a sudeste do Amazonas e, principalmente, no Pará, sempre ao sul do Rio
Amazonas e leste do Rio Madeira. Há registros pontuais na década de 1990 no
nordeste de Rondônia e extremo norte do Mato Grosso (sem mais registros
recentes). Ocorre na interface das terras baixas da calha do Rio Amazonas e a
borda do Planalto Central (Escudo Brasileiro).
Maranhão a sudeste do Amazonas e, principalmente, no Pará, sempre ao sul do Rio
Amazonas e leste do Rio Madeira. Há registros pontuais na década de 1990 no
nordeste de Rondônia e extremo norte do Mato Grosso (sem mais registros
recentes). Ocorre na interface das terras baixas da calha do Rio Amazonas e a
borda do Planalto Central (Escudo Brasileiro).




